|
Comunicados
Dois anúncios rápidos: o primeiro é que eu criei uma conta no Twitter, vez em quando eu também escrevo umas besteiras por lá. Pra ler, basta clicar aqui. O segundo é que no dia 23/07 (a penúltima quinta-feira do mês), eu estarei me apresentando no Heavy Rock Pizzaria com a banda On The Road (composta por Bruno Baiano na bateria, Júnior Firmida no baixo, Fernando Bretas no teclado, Alisson Souza na guitarra e este que humildemente vos escreve no vocal e na guitarra), à partir das 22h. No repertório, o blues e rock de lendas como Eric Clapton, The Beatles, Lynyrd Skynyrd e The Doors, entre outros. O ingresso custa R$20,00 e dá direito a R$ 10,00 de consumo no bar. O Heavy Rock fica na Rua do Riachuelo 18, Lapa – Centro e quem não for é feio, bobo e cara de Sarney.
Drops, really fast drops
1. Falando rapidamente sobre a morte de Michael Jackson: mudem de assunto! Ok, gênio... contribuiu muito pra música... Thriller é a maior vendagem do mundo... blá, blá, blá. O cara já tá no Além jogando buraco com o Elvis e o Lennon, outras coisas estão acontecendo, vamos que vamos; 2. Falando rapidamente sobre a morte de Andréia Albertini: mudem de assunto! Respeitem o luto do Ronaldo; 3. Falando rapidamente sobre a secada que o Obama deu na bunda da brasileira: mudem de assunto! Ele olhou mesmo, a bunda era bonita e essa secada nem foi feia, comparando com o caso Bill Clinton ou esta galhofa sem noção do Silvio Berlusconi. Olhar não tira pedaço, a menos que você seja o John Bobbitt; 4. Falando rapidamente sobre os testes nucleares da Coréia do Norte: mudem de assunto! Eles vão continuar fazendo testes, o Japão vai continuar reclamando sem fazer nada e, como as tropas americanas já saíram (?) do Iraque, já podemos imaginar onde os ianques vão tirar férias; 5. Falando rapidamente sobre o escândalo Sarney: agora sim temos um assunto que deveria ser amplamente debatido. Aliás, por que parar no Sarney e não estender as investigações a todo o senado? Eu tenho certeza que vão achar muitos caroços naquele angu.
Olás!
Se a minha insônia fosse remunerada, eu já teria passado a fortuna do Bill Gates umas 3 vezes sem fazer esforço.
30.6.09
Infâmia, doce infâmia

13.6.09
Gira, gira Mondo
Hoje é dia de texto meu no Mondo Redondo. Confiram!
Numerologia
Repararam que o último post de maio é do dia 31 e o primeiro de junho é do dia 13? Coincidência?
E mais um dia dos namorados se vai
E mais uma vez eu fico em casa sem trabalhar e sem um tostão no bolso, cortesia do mau tempo no Rio de Janeiro. Manda mais água, São Pedro!
31.5.09
De grão em grão
Há anos tenho um sonho de ter um estúdio próprio, um local com a estrutura necessária para criar e desenvolver minhas músicas sem a preocupação do taxímetro de um estúdio alugado. Infelizmente o meu humilde incoming não me permite ter uma estrutura do porte do Abbey Road, com salas amplas e de pé direito alto e mesclando equipamento profissional vintage e de tecnologia de ponta, logo a solução é, passo a passo, montar um home studio. Humilde, mas funcional.
Dois anos atrás, eu comecei a montar meu home studio, iniciando pelo computador: fiz um upgrade (e farei mais um em breve) que deixou minha lata-velha em condições de gravar em tempo real tudo que sai dos instrumentos para o HD. Claro que não foi só mexer no hardware, descer do belo e pesado Vista para o XP foi extremamente necessário, pois os softwares de gravação precisam de memória, que o Vista come com farinha. Depois foi a vez dos periféricos: uma interface de áudio Edirol UA-25 me permite capturar instrumentos e voz em 24 bits e monitorar a gravação através de um headphone AKG K-66 (a prova viva de que um fone não precisa custar mais de R$1.000,00 para ser bom) ou da minha última aquisição, um par de monitores Behriger MS40, ainda não instalados por problemas de espaço, mas uma bancada nova resolve isso. Como espaço é o maior problema do meu home studio, algumas idéias precisam de revisão: capturar som de amplificadores, mesmo que de pequeno porte, por enquanto é fora de realidade, já que a microfonação custa caro e eu não possuo os pré-amps ou o isolamento acústico necessário para uma gravação com um mínimo de qualidade, logo a solução foi utilizar softwares de simulação para guitarra, baixo e até simuladores de microfones. Claro, não é o som um Marshall Plexi captado por um Shure SM-57 ligado num pré-amp Avalon, mas para uma demo, resolve bem. Bateria? Feita no computador.
O Perfeita Desordem Studios ainda não é uma Brastemp, mas já dá para registrar coisas bacanas, como esta piada auditiva* que eu fiz no ano passado, com muito menos recursos do que possuo hoje. Quem sabe um dia, pé direito de 4 metros e mesa de som Neve.
* Não conseguiu abrir o link? Basta copiar a URL e abrir pelo Media Player.
À velocidade da luz
É impressão minha ou os semestres de outrora duravam mais tempo?
13.5.09
Drops
1. Li hoje que Nova York resolveu legalizar o casamento gay. Aposto que San Francisco ficou bege; 2. Li também que um deputado estadual matou duas pessoas num acidente de carro, depois vi matérias sobre o mesmo acidente em duas emissoras de TV. A mídia parece bem chocada com o acontecido e está cobrando da Justiça as medidas cabíveis. Gostaria muito que o culpado recebesse o que merece, mas eu sei e vocês sabem que isso vai dar em pizza: os políticos matam brasileiros desde que esta terra foi tomada dos índios e nunca pegou pra ninguém, por que agora seria diferente? Mas não custa nada cruzar os dedos pra que a Justiça não cruze os braços; 3. Ainda sobre pouca-vergonha: eu tenho certeza absoluta que a indústria de filmes softcore tem como maior parte de seu público os consumidores (por livre e espontânea vontade) de cerveja sem álcool, carne de soja e sorvete com pouca gordura. Só mesmo gente que realmente gosta da pior versão de uma coisa boa pode assistir essas coisas com satisfação; 4. Falando em filmes ruins: o que está acontecendo com a HBO? Tá virando Sessão da Tarde e bem cara; 5. Homem chegou à lua, quebrou a barreira do som e conseguiu chegar ao espaço sideral, por que diabos ainda não temos uma cura pra rinite?
Deixa disso!
Duas semanas seguidas. Preciso de um removedor de uruca mais forte.
7.5.09
E é bem isso aí
Todas as minhas guitarras têm nome de mulher e eu as chamo de minhas meninas. Algum problema com isso?
Sue
No começo da semana resolvi trocar as cordas da Sue. Enquanto eu passava nela uma flanela com lustra-móveis, comecei a reparar a ação (inevitável) do tempo na madeira do braço, que está escurecendo em alguns pontos, e no amarelado que as peças outrora brancas exibem agora, marcas dos 20 anos passados desde que ela deixou a fábrica japonesa da Fender e rodou o mundo até chegar às minhas mãos. Cordas trocadas, guitarra devidamente afinada e um blues em Si Bemol, como quando a toquei pela primeira vez, 12 anos atrás; e como um bom vinho, o tempo a melhora a cada dia: nunca seu som soou tão bem como hoje e nunca soará tão bem como soará amanhã. Por isso ela é a minha menina preferida.
6.5.09
Olás!
Alguém tem um comprimido que me faça dormir até a semana acabar? Alguém?
30.4.09
E só pra não perder a viagem...
... será que um dia a internet neste país vai funcionar corretamente? Estou ficando cansado de rezar (e o pessoal do Segundo Andar mais cansado ainda de ouvir a mesma arenga) por um Velox melhor.
|